RSS

o Ego nosso de cada dia

15 jun

O EGO NOSSO DE CADA DIA

 Você sonha em ver seu ministério tendo uma rápida e grande projeção no cenário gospel brasileiro?
Você deseja ter seu nome e de sua igreja nos cartazes dos principais eventos da massa evangélica?
Você crê que ficará rico por que isso é promessa de Deus, mas não sabe o que fazer para que esta promessa se cumpra rapidamente?
Você acredita que igreja pequena é vontade do diabo , pois Deus é Deus de multidões?
Você está certo que o Brasil é a nação do maior avivamento evangélico que a história já viu e não quer ficar de fora deste mover de unção?
Você sonha em ser o apóstolo de sua geração e acredita que sob a tua autoridade haverá muitos discípulos?
Você pensa em ficar rico, muito rico ou milionário e crê que este é um sonho de Deus para você?

Você pensa em gravar um CD e fazer sucesso em todo o Brasil tendo suas  musica sendo a mais tocada no Brasil e fechar contrato com uma gravadora  ?

O que fazer para que estes propósitos tremendos se tornem realidade?

Seus problemas acabaram!

Adquira agora mesmo um produto da Ego Organizações, sempre o melhor caminho para sua satisfação pessoal.

O texto é do Pr. Fabio Teixeira, da Igreja Cristã Betel em Irajá, conhecida como Espaço Betel.

Reflexão  

“Se o ministério de Jesus aqui no mundo estava focado em relacionamentos, o nosso é centrado em realizações. Muitas vezes, ao invés de exercermos ministérios por causa das pessoas, nos relacionamos com as pessoas por causa dos ministérios… “

Em nome de uma excelência na proclamação do evangelho, somos tentados a um ativismo cada vez maior, que nos é prazeroso, principalmente para aqueles movidos por desafios, e que, sob o respaldo da Palavra, sutilmente promove completo engano, nos afastando das pessoas e tornando a igreja mais parecida com uma produtora de é-ventos ou com uma indústria de crentes em série, do que com as metáforas de “família” e “corpo” apresentadas por Paulo.Dessa forma, o exercício dos dons deixa de ser uma conseqüência espiritual das reuniões dos irmãos para ser mão-de-obra especializada, parte de um serviço departamentalizado chamado de ministérios, prestado por gente apaixonada pelo que faz, numa carga horária interminável, muitas vezes por só se sentir reconhecida e amada se estiver executando algo.

Infelizmente nem todos percebemos que por trás do aparente poder e da fama pode haver atitudes de quem se prostra e, mesmo de forma inconsciente, coloca o controle nas mãos do inimigo. Apesar de desejarmos ser como o Mestre Jesus, nem sempre conseguimos identificar que tais situações muitas vezes são provas a que o mesmo Espírito que o levou ao deserto está nos submetendo hoje. Pecamos na busca por reconhecimento e afirmação pessoal, quando a cobiça nos atrai e nos seduz. Os desejos de agir, controlar e possuir certamente são muito perigosos à vida tanto do pastor quanto do músico, e é exatamente por meio deles que se pode constatar a queda na mesma tentação feita a Jesus.

A história tem comprovado que o resultado dessa busca por poder e fama, de forma consciente ou não, tem gerado o desenvolvimento e a manutenção de práticas, que mesmo aparentemente inexpressivas, evidenciam o quanto a mesma tentação feita a Jesus não só está latente, mas, em muitos casos, atendida por parte de muitos líderes. ‘Fazer’, ‘ordenar’, e ‘ter’ são verbos que não só traduzem as ações e o sentimento sugeridos pelo diabo na direção de desviar a atenção de Jesus e promover a sua queda, mas que servem de balizadores para os nossos dias, nos permitindo um auto-exame, uma reflexão pessoal e sincera com relação às nossas atitudes no exercício daquilo que entendemos e muitas vezes chamamos de “nosso ministério”.

O empreendedorismo tornou-se uma das marcas mais importantes da sociedade atual. “Agenda cheia” virou sinônimo de competência e produtividade. Jamais pensamos nelas como empecilhos aos nossos alvos. Enquanto as atitudes de Jesus no seu ministério eram primeiramente voltadas para as pessoas, dedicando-lhes tempo comendo, conversando, caminhando, orando, curando, nós, nos “nossos” ministérios, buscamos ações estratégicas finais voltadas normalmente para o desenvolvimento e a manutenção das instituições. 

 A grande realidade é que temos o dever de vivermos uma relação de cooperação e não de competição dentro das igrejas.!’

Precisamos aprender a ser igreja, e não a fazer igreja; ao invés de fazer música, talvez ser música para Deus; e ao invés de promover reinos de homens, ser Reino de Deus.

A graça humilha sem denegrir e exalta sem ensoberbecer.” Charles Hodge’

Milhares de pessoas estao caminhando para o abismo porque nao percebem que precisam se ARREPENDER!!

Prepara se … Chegou o tempo de Deus para Macaé

Anúncios
 
Deixe um comentário

Publicado por em 15/06/2010 em Estudos

 

Tags:

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

 
%d blogueiros gostam disto: